15 julho 2013

ABSORVENTES ECOLÓGICOS - PORQUE USÁ-LOS




Olá queridas, muitas questões surgem quando pensamos na possibilidade de não utilizar mais absorventes descartáveis. Aderir aos absorventes ecológicos (reutilizáveis e feitos totalmente de agodão) além de contribuir para o Meio Ambiente, auxilia na saúde do Aparelho Reprodutor Feminino.
Encontrei uma matéria bem explicada sobre este assunto no Jornal Alternativo e dois vídeos bem interessantes no Youtube que compartilho aqui com vocês!



Vídeo: Absorventes Femininos Ecológicos - Morada da Floresta
http://www.youtube.com/watch?v=K3gElcX8zaU

Vídeo: História e a verdade do Uso dos Absorventes Descartáveis
 http://www.youtube.com/watch?feature=player_detailpage&v=XjUUhEQXu2I
O vídeo está em Espanhol, porém é super fácil de entender!



Matéria do Jornal Alternativo:


  • O bioabsorvente

Confeccionado em tecido de algodão puro e absorvente, o bioabsorvente traz de volta o relacionamento íntimo de contato, aceitação do próprio corpo e consciência ecológica. 
O algodão é anti-alérgico e  livra do contato com as substâncias químicas presentes nos descartáveis plásticos. 

Absorventes e tampões descartáveis são feitos de papel (árvores) alvejado e plástico. Ainda contém ingredientes mais desagradáveis como metais, surfactantes, desinfetantes, fragrâncias, bactericidas, fungicidas, gel absorvente, colas e traços de organocloretos, entre outras coisas. 
Não há lei que regule o que entra na composição dos produtos menstruais e as indústrias não precisam listar seus componentes na embalagem.
Organocloretos, como a dioxina, um subproduto do processo de branqueamento, tem sido associada a problemas de saúde em humanos e animais, contribuindo para o câncer de mama, deficiências do sistema imunológico, endometriose, defeitos no feto e câncer de colo de útero.

Nos Estados Unidos, a congressista Carolyn B. Maloney introduziu o Ato de 1997 – Pesquisas e Segurança no uso do Tampão, para dar às mulheres informações mais acuradas sobre o uso de tampões, incluindo os perigos da dioxina. Há casos de mulheres que alegam infecções nas paredes da vagina devido ao uso de tampões. Alguns compostos absorventes também vêm sendo associados ao aumento do risco da Síndrome do Choque Tóxico, uma rara e fatal doença causada por uma toxina bacteriana devido ao acúmulo de sangue em absorventes internos que utilizam fibras sintéticas e produtos químicos.

O uso dos absorventes plásticos causa desequilíbrios nas mulheres e, mais ainda, os de uso interno. Os estragos, embora enormes, são silenciosos e silenciados. Variam da TPM a alergias de contato, assaduras, fissuras e vários tipos de câncer. E ainda: o ambiente abafado e úmido causa baixa imunidade vaginal, favorecendo a invasão de bactérias e vírus. Os bioabsorventes trazem de volta a naturalidade e aceitação do ciclo feminino, resgatando as saudáveis toalhinhas de algodão que as nossas bisavós usavam.


  • O poder do sangue

Freqüentemente as mulheres desdenham o sangue menstrual em vez de compreendê-lo como fonte de seu poder. O sangue menstrual pode ser empregado para nutrir a vida vegetal. As indígenas sangram sobre a Terra, pois sabem que o ato constitui uma transferência direta de energia Divina Viva. O sangue é um símbolo vivo, uma evidência da conexão humana com os ancestrais e com os códigos de consciência armazenados dentro de todos os seres, constituindo uma biblioteca genética em sua essência espiritual.  Lá estão os arquivos de experiências pessoais, planetárias e celestiais. O sangue é rico em padrões e desenhos da natureza geométrica que são reconhecidos de acordo com o estado de consciência e intenção de cada pessoa.

Pensamentos são registrados pelo sangue. Ele é rico ou pobre de acordo com o projeto de intenções do indivíduo e pode ser facilmente enriquecido ou reestruturado. Conforme as mulheres vão deixando de lado antigos tabus e passam a trabalhar com o sangue menstrual observam que o mesmo tem um efeito sobre plantas e animais: altamente oxigenado, constitui uma das mais elevadas fontes de fertilização e pode ser diluído com água para aumentar sua quantidade. 
A Lua que rege o ciclo feminino também rege o fluxo de energia do corpo, os ritmos terrestres e as marés do planeta.


  • O ciclo feminino na visão do Ayurveda

Segundo o Ayurveda o movimento e fluxo descendente manifesto em tudo aquilo que segue o caminho da eliminação (fezes, urina e sangue menstrual) é governado pelo subdosha Apana Vata. O sangue menstrual tem um caminho muito claro para seguir: direto para o centro da terra. Com a barreira do absorvente plástico o Apana Vata é bloqueado e não consegue eliminar todo o conteúdo do sangue menstrual.
Desarmonias como ovários policísticos, endometriose, vaginite, entre outras, são causadas pelo uso dessas barreiras plásticas que restringem o livre fluxo do prana. As células não eliminadas migram e se alojam em lugares indevidos propiciando as mais diversas patologias.
Médicos ayurvédicos do tradicional hospital AVP (Coimbatore, India), ensinam que os homens necessitam dos Panchakarmas (terapias intensivas de purificação e desintoxicação) regularmente, mas as mulheres não, podem necessitar apenas eventualmente, já que possuem uma renovação e purificação natural mensal com seu ciclo menstrual.


Lanço o desafio a todas as mulheres que têm curiosidade, a começarem a usar pelo menos 3 absorventes em cada ciclo! Você pode adquirir diretamente comigo um kit com 3 unidades, ou confeccionar seguindo o Passo a Passo aqui do Blog. Use em um momento em que estiver em casa, para dormir, ou no final do ciclo quando o fluxo não é tão intenso... vivencie essa experiência e permita fortalecer a identidade feminina que habita em você!

Um abraço,
Sara





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